Paulo Gustavo é capa da edição comemorativa da GQ

 

Publicação, que chega às bancas em abril, traz especial de humor com entrevistas de grandes nomes da nova geração da comédia brasileira

 

 

 

Do alto de seu apartamento de frente para o mar de Ipanema, o humorista Paulo Gustavo, capa da edição especial “Humor Brasileiro”, que celebra os 6 anos da GQ no Brasil, falou à revista sobre carreira, fama, sucesso e do desejo de se tornar pai.

Paulo é o milionário do humor. Os três filmes que ele protagonizou nos últimos cinco anos – Minha Mãe é uma Peça (2012), Vai que Cola (2015) e Minha Mãe é uma Peça 2 (2016) – venderam 18 milhões de ingressos, sendo que o último foi o quarto longa mais visto da história do cinema nacional, com 9,8 milhões de espectadores, e a produção do país com maior  renda, de quase R$ 120 milhões. Se forem contabilizados os outros quatro filmes de que ele participou, são mais 5,8 milhões de ingressos.

No teatro, foram mais de 6 milhões de entradas  ao longo de 11 anos do espetáculo Minha Mãe é uma Peça, 5 milhões por Hiperativo, mais de 1 milhão para 220 Volts e, pela estreia carioca de seu mais recente sucesso, Online, ideal para grandes casas de show, ele logo logo chegará ao 1 milhão que virou rotina. Em resumo: ele é uma máquina que vendeu, por baixo, mais de 36 milhões de ingressos no cinema e no teatro na última década.

“Depois que os números de Minha Mãe é uma Peça 2 foram divulgados, as pessoas me param na rua e dizem: ‘Tá rico, hein!?’. Não imaginam que esse bolo é dividido entre o exibidor, o distribuidor, os produtores, os parceiros”, avisa Paulo, que se define como um “conservador” na hora de aplicar o dinheiro.

 “Invisto em imóveis e aplicações do banco. Pego meu Uber, paro na porta da agência e sou eu mesmo que trato tudo com o meu gerente. Também faço questão de pagar as contas de casa. Vim da classe média baixa e sofrida, né, gente?, explica ele, que diz  recusar  “praticamente dez em cada dez” propostas de comerciais. “Minha dignidade não está à venda. Daqui a 40 anos, eu quero estar com metade do dinheiro que poderia ter, mas virar verbete de enciclopédia.” “Minha liberdade artística vem antes da grana”, diz.

Casado há pouco mais de um ano com o dermatologista mineiro Thales Bretas, numa cerimônia oficiada pela amiga Regina Casé no icônico Parque Lage, no Rio de Janeiro, ele se prepara para realizar o sonho de ser pai. O casal encaminhou tanto a inseminação quanto a adoção – e quer a criança para logo. “Nós festejamos cada pequena conquista da formalização do nosso casamento, desde o fato de podermos ter o mesmo plano de saúde a passarmos juntos na fila da imigração americana”, comemora o humorista. Ele jura que só recorreu uma vez aos talentos do marido: “Coloquei botox, mas já sumiu. Não é muito a minha praia”.

Sobre a GQ

Lançada em 1957 nos Estados Unidos e presente em 18 países, a GQ se consolidou como o guia essencial de estilo, cultura e lifestyle do homem brasileiro sofisticado, oferecendo o melhor do universo masculino na revista mensal, tablet, site e aplicativos para smartphone, além da edição semestral GQ Style. Desde seu lançamento no Brasil, em 2011, a GQ é a publicação masculina líder em número de páginas de publicidade, com share de 63%. Também é a publicação com o maior número de anunciantes de relógios no país, com um suplemento encartado na revista. O Prêmio GQ Men Of The Year, cerimônia de premiação das personalidades masculinas (e uma mulher) que mais se destacaram no ano, celebrou em 2016 sua sexta edição. GQ foi eleita por três vezes a melhor revista masculina do Brasil pelo Prêmio Veículos de Comunicação.  A revista tem tiragem de mais de 33 mil exemplares.

 

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