Aleitamento materno tem impacto econômico, social e ambiental

 

Prática é amplamente apoiada pelo Amparo Maternal como um dos componentes da Humanização do Parto e Nascimento promovida pela Instituição

 

De 1º a 7 de agosto, celebra-se a Semana Mundial de Aleitamento Materno, que este ano tem como tema “Amamentação: Uma chave para o Desenvolvimento Sustentável”. O objetivo da ação é promover o aleitamento materno de maneira ampla, pois além dos benefícios já conhecidos que a prática traz à saúde da mãe e do bebê, o aleitamento também tem impacto econômico, social e ambiental.

 

“Acredita-se que a promoção e incentivo ao aleitamento materno representem benefícios financeiros não só para as famílias envolvidas no processo, mas também à população em geral, uma vez que os custos decorrentes de infecções e outros agravos pela falta de proteção transmitida pelo aleitamento materno são imensuráveis”, explica Denise Alves de Freitas, Gerente Técnica Administrativa do Amparo Maternal.

 

Outro ponto destacado pela especialista é o potencial de impacto social do aleitamento materno, uma vez que o ato promove a aproximação familiar, possibilitando uma mudança de comportamento e fortalecendo os vínculos afetivos. A prática também tem impacto ambiental. “O aleitamento materno exclusivo pode evitar a geração desnecessária de resíduos decorrentes da alimentação artificial”, enfatiza Denise.

 

No Amparo Maternal, as mães recebem dicas para contornar as principais dificuldades encontradas no aleitamento, como fissura nas mamas, ingurgitamento do leite, mastite e pouca produção de leite, além de orientações durante as mamadas no alojamento conjunto. O incentivo ao aleitamento materno começa no ambulatório de pré-natal, passando pelo curso de gestantes e chegando ao momento do parto. “O contato pele a pele da mãe com o bebê é favorecido e o aleitamento é estimulado logo na primeira meia hora de vida do recém-nascido” detalha Denise, que é enfermeira especialista em Obstetrícia, Gestão e Cardiologia.

 

 

Sobre o Amparo Maternal

O Amparo Maternal é composto por Maternidade e Centro de Acolhida, ambas geridas pela Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC). A Maternidade, que atende por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), realiza uma média de 600 partos por mês, sendo 70% deles partos normais. Modelo de boas práticas de Humanização para a Secretaria Municipal de Saúde, o Amparo Maternal permite que o acompanhante permaneça com a parturiente em período integral, desde a admissão até a alta da mãe e do bebê, e não apenas nos horários de visitas, podendo optar pelo auxílio de suas Doulas. O Centro de Acolhida, por sua vez, atende por meio do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), e proporciona abrigo provisório para gestantes em situação de vulnerabilidade e risco social, estendendo-se ao período pós-parto e ao filho recém-nascido. Promove trabalho social individualizado que favorece o processo de reconstrução de vida das atendidas e sua reinserção social, familiar e comunitária.

 

Sobre a Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC)

Com mais de 100 anos de atuação no Brasil, a Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC) é responsável pela administração de 33 entidades em três segmentos de atuação: Saúde, Educação e Assistência Social. A ACSC criou um modelo de negócio no qual instituições que geram superávit transferem recursos para as obras sociais, a fim de executar dignamente suas atividades e acolher cada ser humano na sua integralidade, conciliando eficácia organizacional e compromisso com as necessidades das comunidades e valores cristãos. São cerca de 17.000 colaboradores distribuídos em diversas instituições de saúde, mantendo inúmeros estabelecimentos de ensino e acolhendo crianças, adultos e idosos em espaços assistenciais, com atendimento humanizado e serviços de qualidade para milhares de pessoas em 8 estados brasileiros (Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo).

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